Home
  • Empresa
  • |
  • Serviços
  • |
  • Vídeos
  • |
  • Cursos
  • |
  • Artigos
  • |
  • Contato
  • |
  • Parceiros
  • |
  • Social

Mais Lidos

  • Redes sociais ajudam a melhorar o serviço público em SP

  • Google compra Motorola e ganha força para competir com Apple

  • Google lança Google Shopping no Brasil

  • Mercado Pago registra crescimento de 138% no 1° semestre

  • E-commerce deve faturar R$ 740 milhões no Dia das Crianças

Últimos artigos

  • Entrevista da Plugideias na TV ABCD sobre o Workshop Empresarial 2012

  • Marketing Digital e ações para o bom andamento

  • Metas e Objetivos: Aonde você quer chegar?

  • Timeline para marcas aumenta engajamento no Facebook

  • Divulgue sua loja virtual na hora certa

Fale Agora com nossos atendentes Online
Próximos Cursos

Redes sociais ajudam a melhorar o serviço público em SP

  • Tweet

Detalhes
Publicado em Segunda, 09 Maio 2011 15:56
Escrito por Agência Digital Webp@n
Acessos: 3897

(CC/Flickr SocialGrow)

Proibidos em algumas empresas e órgãos públicos, sites de redes sociais começam a fazer parte da administração direta do estado, em usos que vão além de divulgação e marketing de ações. Com funcionários responsáveis por monitorar Facebook, Twitter e Orkut, órgãos e empresas prestadoras de serviços públicos vêm conseguindo melhorar o atendimento ao cidadão.

Ao menos quatro instituições - Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Polícia Militar (PM) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) - destacaram profissionais que acumulam, entre outras funções, o monitoramento de redes sociais. A partir de janeiro de 2009, quando São Paulo se tornou o primeiro estado a regulamentar o uso das redes no governo, as secretarias criaram perfis, principalmente no Twitter. A maioria, porém, para divulgação.

No caso do Metrô, o monitoramento é questão de segurança. No ano passado, a empresa incumbiu um funcionário de vasculhar as redes para, com as informações levantadas, definir ações. E o trabalho de Antônio Gonçalves de Oliveira, de 41 anos, já causa efeitos práticos.

Foi a partir de comentários em blogs e Twitter que Oliveira descobriu o planejamento do flash mob No Pants ("Sem Calças"), em maio de 2009. "Nunca havia ocorrido no Brasil. Houve discussão se poderia configurar atentado violento ao pudor", conta. "Pesquisei sobre o evento em outros países e vi que era pacífico. A partir daí, definimos uma tática." No fim, 500 pessoas participaram, acompanhadas por 16 agentes. Não houve ocorrências.

Na CPTM, que permite acesso às redes a todos os funcionários, o efeito concreto mais emblemático do monitoramento foi a instalação, no início do mês, de um painel na estação Guaianases, na zona leste, a partir de reclamações no Orkut. "Sugeriram um painel que informasse quanto tempo falta para o próximo trem", disse o presidente da companhia, Sérgio Avelleda.

Para especialistas, as redes devem ser fonte de pesquisa para estratégias de governo. "Deve ser ligada à gestão, e não à comunicação", disse Fábio Cipriani, autor de livros sobre mídias sociais. "Captura de informação nas redes é comum na Europa, e a tendência é se fortalecer aqui".

(Com Agência Estado)



Comments powered by Disqus
  • Consultoria para E-Commerce
  • Planejamentos Estratégicos
  • Organização de Eventos Empresariais
  • Videos Institucionais
  • Comunicação Impressa Diferenciada
  • Criação de Logos e Slogans
  • Cursos e Treinamentos
  • PlugParceiros
  • PlugSocial
  • Plug na Mídia
 
REDES SOCIAIS
também estamos lá

  • FacebookFacebook
  • TwitterTwitter
  • YoutubeYoutube
  • LinkedinLinkedin
Copyright - PlugIdeias - Consultoria, Marketing Digital e Treinamentos ® - Todos os direitos reservados.